24.3.08
ALISTE-SE JÁ!

A campanha para as eleições municipais no Rio já começou. E bem antes do planejado. O catalisador? O mosquito da dengue. Segundo as estatísticas, a doença atinge 85 pessoas por hora no Rio e já ultrapassa os 30 mil casos.
Enquanto governo e prefeitura trocam acusações, o mosquito deita e rola providenciando a internação de várias vítimas – a maioria crianças.
É impressionante como medidas tão simples não conseguem ser tomadas tanto pelas autoridades como pela população. Até uma criança de 7 anos é capaz de entender que água parada é uma piscina aquecida para o transmissor da doença.
Também não é o caso de se convocar as Forças Armadas – como já anunciou de Washington Nelson Jobim – ou de pôr a culpa nas chuvas, como fez o prefeito César Maia.
O uso das armas seria muito mais eficaz para combater a criminalidade e o tráfico no Rio do que para matar pernilongo. Mais rápido, prático e barato seria ligar para o “DDDrin”.
Quando José Serra era Ministro da Saúde realizou um trabalho de alto nível em diversas áreas, como no combate à dengue, na prevenção da Aids e até na quebra da patente de remédios.
A estrutura estava montada e funcionando. Por que não manter o que já estava sendo feito? Se o problema for a dificuldade em dar o braço a torcer, o mais recomendável é agir como Lula e apenas trocar o nome de programas que existem e são comprovadamente bem-sucedidos. Ótima tática.
Até lá vamos batendo cabeça e brincando do jogo da batata quente.
tatinha13
14:47 — Arquivado em: 

Por que não manter o que já estava sendo feito? Tati, não tem uma pergunta mais fácil? Não sei responder, mas posso ajudar dando uma sugestão: convocar “Os Traficantes” de todos os morros para eliminar os mosquitos. O máximo que eles vão pedir em troca é que solte alguns de seus companheiros. Uns três a mais não vai fazer muita diferença, não é mesmo?
Comentário por Tatida Rezende — 24.3.08 @ 17:35
Tati, eu não acostumo fazer iri=onias com meus comentários em blog de ninguém. Acho o trabalho de vocês muito sério e com isso posso aprender alguma coisa sempre, bem como saber a quanta andam as cabeças pensantes do nosso Brasil varonil. Dito isso paço a te informar que concordo em gênero, número e grau com o o=comentário da Tatida. Vamos botar esses traficantes para trabalhares para nós. hahahahah. Bjs.
Comentário por Elizabeth Simão Galhardo — 24.3.08 @ 19:01
Tati, em tempo: passo é do verbo passar, primeira conjugação, primeira pessoa do presente do Modo Indicativo. Correção no meu comentário. Correção também: às quantas andam as cabeças pensantes …
Comentário por Elizabeth Simão Galhardo — 24.3.08 @ 19:04
Não sei mais o que pode acontecer na ” Cidade Maravilhosa “, parece que tudo que é ruim está localizado lá.
Comentário por Juventino — 25.3.08 @ 3:05
Por que não manter o que já estava sendo feito? Para mim, a resposta é uma só: não existe uma política de estado, um plano para o Brasil, para os estados da federação, para os municípios. Os interesses são pessoais e não da coletividade.
Infelizmente, esse é o nosso Brasil….
Comentário por Vaninha — 25.3.08 @ 10:27