29.9.08

MULHER DE FASES

 O post de hoje é para exercitarmos a nossa capacidade de rirmos de nós mesmos. A ajuda vem do site “Yearbook Yourself”.
Basta escolher uma foto em que você está bem de frente, fazer o upload e seguir as instruções. É preciso um pouquinho de paciência, pois as imagens precisam ser alinhadas uma a uma – cada máscara é de um tamanho e tem um tipo de acessório, cabelo ou gola.
De 1950 a 2000 são 26 possibilidades de estilo. Numa você aparece negona, na outra de óculos de gatinha, depois com colarzinho de pérolas bem anos 50, com ombreiras, de cabelo mullet à la anos 80 e outros penteados estranhos.
E o melhor: a cada ano que passa você não fica mais velha, mas mais ridícula. É risada na certa.
Façam suas versões e mandem para (tatianarezende@hotmail.com). Pretendo montar uma galeria dos leitores.
Os meus melhores vizoos estão aí embaixo. Gostei particularmente dos dois últimos:

  

  

   

 

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tatinha13    18:51 — Arquivado em: Sem categoria


URSINHO PIMPÃO

 Os debates eleitorais realizados no Brasil não são debates. Depois de formulada a pergunta, os candidatos até ensaiam uma resposta, mas logo iniciam um monólogo sobre outros assuntos. Não há diálogo entre os adversários. No máximo uma réplica e uma tréplica – uma sobre o dia, outra sobre a noite. Com pontos tão divergentes, a consequência é o afastamento dos eleitores.
Deveríamos aprender com os americanos. No debate da última sexta, Obama e McCain conversaram entre si e trocaram acusações – apesar de a imprensa ter avaliado o encontro como “morno”. Algumas vezes o mediador interferia e pedia que se concentrassem mais na discussão.
Conforme o esperado, a economia dominou a pauta. Obama falou bastante dos impostos, prometeu reduzi-los em 95% e tentou colar no republicano a mesma imagem associada à Marta Suplicy em São Paulo. Nós temos a Martaxa. Obama por pouco não trata seu rival por John MacTaxa.
McCain deixou Obama sem resposta quando citou os gastos de mais de US$ 3 milhões em pesquisas para estudar o DNA dos ursos de Montana. Não localizei melhores informações sobre a questão, mas pela reação nula de Obama, é provável que a idéia tenha partido de seus correligionários no Congresso.
Curiosamente, vem de um republicano e não de um democrata a afeição pelos ursinhos. Reza a lenda que o nome “Teddy Bear” – ursinho de pelúcia – surgiu em homenagem ao bom coração do ex-presidente Theodore “Teddy” Roosevelt.
Durante uma caçada, ao se deparar com um urso ferido e indefeso, recusou-se a matá-lo.
Não foi o coração, mas o poder da mente que ajudou McCain a sobreviver cinco anos como prisioneiro na Guerra do Vietnã. Graças a essa trágica experiência ele se saiu melhor na discussão sobre Iraque e Afeganistão.
Parafraseando Celso Russomano, o encontro foi bom para ambas as partes, mas o eleitorado escolheu o vencedor. Segundo pesquisa divulgada logo após o debate, 51% dos entrevistados afirmaram Obama se saiu melhor.
A disputa segue embolada. Que vença o menos pior. Ou o que tiver mais coração para aguentar a pressão.

tatinha13    8:02 — Arquivado em: Sem categoria


28.9.08

UM ACHADO

 Alguns filmes estréiam, ficam duas semanas em cartaz e somem. É a prova de que você não precisa se lamentar por não tê-lo visto – o boca-a-boca o poupou da tortura.
Já os blockbusters chegam escandalosamente aos cinemas, causam filas, geram resenhas ou muito favoráveis ou muito malvadas, permanecem meses e meses, e na semana seguinte já estão nas prateleiras das Lojas Americanas por R$ 12,90.
Mas há os filmes “mineiros”. Exibidos quase que silenciosamente, ficam em cartaz em algumas salas e ali persistem. A impressão é que ninguém sabe, ninguém viu. Pena, pois podem ser uma boa pedida. Esse é o caso de “O Procurado”, com Morgan Freeman, Angelina Jolie e James McAvoy.
Ação não é o meu gênero predileto, mas “O Procurado” é tão estiloso que merece comentário. Há dois alertas: o primeiro é que trata-se de um filme extremamente violento. O segundo: não leve a história a sério – uma sociedade secreta de tecelões recebe ordens através das tramas de um tecido para matar pessoas. Ah, tá.
Feitas essas duas ressalvas, divirta-se com as ótimas cenas de perseguição de carros, os tiros e os efeitos especiais – aliás, o que mais um filme de ação pode oferecer?
Os efeitos, entretanto, não são usados vulgarmente. Ninguém chega a voar como nos chatíssimos “Matrix” ou “O Tigre e o Dragão”. A tecnologia é posta a serviço de uma espécie de flashback bem interessante. Não há um retorno no passado da personagem, mas de parte da cena. Primeiro a bala sai da testa do fulano. Depois, em câmera lenta, recupera-se o tiro. Praticamente um rewind. Se não fosse tão bem feito – mostrando até as ranhuras do festim – o recurso cairia na mesma banalidade dos dois filmes citados acima.
Sobre o elenco, o ator escocês James McAvoy não compromete. Não é bonito e nem tem carisma, mas deve contar com um padrinho de peso em Hollywood. Saiu de “Desejo e Reparação” para ser o protagonista de “O Procurado”.
Magérrima, Angelina Jolie só precisa tomar cuidado para não virar a Amy Winehouse. Será que a criançada não a deixa dormir?
No mais, só faltou mesmo uma boa trilha sonora. Confiram.

tatinha13    8:15 — Arquivado em: Sem categoria


27.9.08

FALE À MOTORISTA SOMENTE O INDISPENSÁVEL

 Há dias em que tenho vontade de surtar no trânsito. Penso em seguir os passos do motorista de um Corsa apreendido esta semana que acumulou mais de R$ 3,4 milhões em multas: passar o farol vermelho, burlar o rodízio, fazer conversões em locais proibidos, ignorar os detectores de velocidade e toda sorte de barbaridades possíveis.
Mas minha rebeldia dura pouco. Volto ao mundo real em poucos minutos e faço o jogo do contente tentando ver o lado bom do trânsito em São Paulo. Com esforço, até acho algo que valha a pena.
Num percurso rápido da minha casa até a academia consigo matar vários coelhos com uma cajadada só.
No terceiro farol encontro os meninos responsáveis pelo meu lava-rápido. Após tentar uma série de negativas – “não tenho trocado”, “já está limpo”, “hoje não” ou “NÃO!” – desisti. Páro, digo apenas um não, eles fingem que não ouvem e “limpam” o vidro. Enquanto isso, me distraio com os malabaristas e rezo para aquele pauzinho não escapar da mão do moleque e arranhar o carro. Terminados ambos os espetáculos, o farol abre e eu me vou.
O semáforo seguinte – ainda mais demorado que o anterior, no cruzamento da Rebouças com a Henrique Schaumann – é mais completo. Faço a feira – dependendo da época pode-se escolher entre cerejas ou morangos –, me atualizo – graças à distribuição gratuita dos jornais “Destak” ou “Metro” –, compro coisinhas para a casa – guarda-chuvas, panos de prato ou calculadora –, engordo – com balinhas, chicletes ou Suflair – e até me equipo adquirindo binóculos para enxergar o tamanho do congestionamento.
Mais alguns faróis e dou de cara com mais uma personagem do meu dia-a-dia: o tiozinho de uma perna só. Estrategicamente localizado – na junção da Gabriel Monteiro da Silva com a Faria Lima –, está lá diariamente sentadinho em sua cadeira. O trânsito pára, ele se levanta e começa a peregrinação de vidro em vidro. Curiosamente, apesar de estar há anos no mesmo bat-local e bat-hora, ele ainda não sabe o significado de uma palavra fundamental para qualquer pessoa – ainda mais para um pedinte: educação.
Diante do “não”, ele xinga o motorista. Mas também já resolvi esse problema. Cansada dos insultos do perneta, simplesmente pego um livro e não levanto os olhos até que o farol se abra.
Tudo isso ocorre num período de dez minutos. E meu dia nem começou. Fico na expectativa de saber quantos malabaristas, lavadores, pernetas ou vendedores eu ainda terei de cruzar. E volto a pensar em agir como o motorista do Corsa. Meu lema agora é: “Só por hoje”.

tatinha13    15:33 — Arquivado em: Sem categoria


26.9.08

PIRATARIA É CRIME

 Hoje tive a oportunidade de assistir ao novo programa das tardes da emissora do Baú, o “Olha Você”. Pude entender por que o senhor Abravanel já cogitou retirá-lo do ar.
A atração – uma cópia descarada do “Hoje em Dia”, da Record – é uma sucessão de trapalhadas, a começar pelo elenco: Claudete Troiano (ex-Gazeta), Alexandre Bacci (ex-Globo Esporte), Ellen Jabour (ex-Rodrigo Santoro) e Francesco Tarallo (futuro ex-alguma coisa e dono de cantina em São Paulo).
Apesar de quatro âncoras, apenas um se apresenta por vez. Quando acontece de dois tentarem um diálogo, se atropelam. Os mais bonzinhos podem argumentar que em programas ao vivo essa situação é normal, mas serei um pouco mais cruel: não há o menor entrosamento entre o quarteto.
As versões originais da emissora do bispo – Brito Junior, Ana Hickman, Edu Guedes e Cris Flores – podem não ser uma Brastemp, mas passam a impressão que o cenário sugere, de ser um bate-papo informal entre amigos. Quem lê jornal sabe que nos bastidores o bicho está pegando entre Ana Hickman e Cris Flores, mas nada transparece no ar.
Alexandre Bacci é tão expressivo quanto Ken, o namorado da Barbie. Tarallo – que já dava receitas no programa da parceirinha na Gazeta – consegue ser mais falante do que Edu Guedes. Claudete Troiano, por sua vez, só falta pendurar uma melancia no pescoço.
Inacreditavelmente Ellen Jabour é a que demonstra mais jogo de cintura. Conseguiu quebrar o clima de constrangimento que se instalou na “sala” do programa durante o musical do sambista Germano Mathias. Enquanto Tarallo batucava com dois dedos na perna, Bacci olhava o além e Claudete fazia caras e bocas com o CD na mão, Ellen se levantou para sambar.
A única matéria apresentada não poderia ser mais deja vù: São Paulo em números. A peça que está mais tempo em cartaz, o edifício mais alto da cidade, a linha de ônibus com o percurso mais longo e por aí vai.
A fórmula do programa também inclui entradas de repórteres para falar do trânsito. Que novidade pode haver nas ruas e avenidas de São Paulo numa sexta-feira à tarde? Radial Leste parada, avenida dos Bandeirantes idem. Ora, isso não é mais notícia.
Enfim, se a cópia é inevitável, que seja pelo menos bem-feita.
É bom Tarallo colocar o feijão – e as barbas de seus companheiros – de molho.

tatinha13    21:19 — Arquivado em: Sem categoria


25.9.08

A ARTE DA VENDA

 A agência de publicidade W/Brasil já entrou para a história. Virou título de uma música de Jorge Ben Jor (“W/Brasil – Chama o Síndico") e dois de seus trabalhos estão na lista mundial dos cem maiores comerciais de todos os tempos: “O Primeiro Sutiã” (Valisère) e “Hitler” (Folha de S. Paulo).
Pena a criatura ter mais destaque do que o criador, Washington Olivetto – para mim o melhor publicitário brasileiro. Ele é a prova de que inteligência e criatividade são como pulga e cachorro.
Olivetto tem concedido uma série de entrevistas para divulgar seu mais recente livro, “O Primeiro a Gente Nunca Esquece”, no qual reconta os bastidores da criação da campanha da Valisère e a repercussão do anúncio no Brasil e no mundo.
E como é gostoso ouvi-lo. Lúcido, tem pensamentos originais que não se restringem à publicidade. A cada observação revela-se muito maior do que a frase que acabou virando bordão nacional – “o primeiro a gente nunca esquece”.
A primeira observação importante é que ele não se leva a sério, mas exige que os outros o tomem como tal. Conta que como começou a fazer sucesso cedo, aos 18, 19 anos, deslumbrou-se também precariamente. Hoje, às vésperas de completar 56 anos, não corre mais o risco de se sentir o máximo e parecer ridículo.
Há quem pergunte como ele conseguiu passar 53 dias num cativeiro durante o seqüestro de 2002 e voltar à vida normal. Ele se sai com uma resposta simples: talvez porque já não fosse.
O segredo de seu sucesso como publicitário talvez seja a consciência de que a propaganda não pode abusar da inteligência do espectador. Segundo ele, o comercial é um intruso que surge num momento em que a pessoa está centrada em outra coisa. Precisa, portanto, ser um intruso de primeira: simpático e inteligente para conseguir despertar a atenção de sua audiência.
Olivetto nunca fez campanhas políticas. Diz que só trabalha com produtos que o consumidor possa devolver.
Nunca tinha pensado nisso, mas se pudéssemos colocar na Constituição esta possibilidade de devolução ganharíamos duplamente: nos livraríamos de vários produtos ruins do setor político e seríamos premiados com campanhas mais inteligentes e criativas.
Mais um pensamento de Olivetto: “No futuro todos serão vulgares por algumas horas”. O futuro é hoje.

tatinha13    16:16 — Arquivado em: Sem categoria


24.9.08

O MAIOR RISCO É O RECALL

 Interesse profissional, masoquismo ou mera diversão. Pouco importa. O fato é que tenho acompanhado de perto as campanhas eleitorais paulistana e norte-americana. Quanta diferença…
Nos Estados Unidos a divisão entre republicanos e democratas é bem clara. No Brasil, o locutor gasta quase dez segundos ao fim das inserções para enumerar todos os partidos que compõem a coligação dos candidatos.
Mas a diferença entre os dois pleitos não é apenas ideológica. Impressiona como os conterrâneos de Bush conseguem capitalizar tudo – o que é mais do que bem-vindo em época de crise.
Enquanto nós distribuímos santinhos, os americanos quase vendem a mãe. De bonequinhos dos candidatos a outros apetrechos curiosos – caso do quebra-nozes da Hillary, já mostrado neste blog.
Agora lançaram bonecos de Obama, da vice Sarah Palin – nas versões estudante, herói e executiva – e até itens não tão infantis – caso do tênis que deixa pegadas com o rosto de Obama e dos rolos de papel higiênico com as caras de Bush e Mc Cain.
No Brasil tivemos experiência semelhante com o mundo lúdico-político.
Em 2005 o artista plástico carioca Raul Mourão lançou o Lula de pelúcia. Apesar de o boneco não sair por menos de mil reais, o objetivo era mais irônico do que comercial. Na verdade, tenho dúvidas se o Lulinha peludo adquiriu essa “aura protestante” porque o povo não teve dinheiro para gastar o salário de dois meses num brinquedo feio.
Caixa dois não é permitido – fato historicamente ignorado no Brasil – mas uma boa forma de lavar a grana é fazer constar nos gastos eleitorais o dinheiro arrecadado com a venda dos produtos.
A renda de uma bonequinha da Palin financiaria tranquilamente a campanha de muitos vereadores por aí. Quiçá de prefeitos.

Vejam as fotos AQUI

tatinha13    12:40 — Arquivado em: Sem categoria


23.9.08

A MÃO QUE BALANÇA O BERÇO

 Dizem que o brasileiro é um povo solidário. A ocorrência de enchentes anuais no Nordeste ou no Sul do Brasil é a oportunidade que temos para respondermos aos pedidos de SOS.
Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença o povo está ali doando um cobertor, um quilo de feijão ou a própria roupa do corpo. Somos solidários até onde ninguém imagina. Só no Brasil o próprio ladrão liga para a polícia para ajudar.
Esta semana, em Passo Fundo (RS), um assaltante abriu mão de seu objeto de furto após perceber que uma criança dormia no banco traseiro do Monza que havia roubado.
Informou onde abandonara o veículo e ainda mandou um recado para o pai da quase-vítima: “E diz pro f.d.p. do pai dele que se ele não ir… próxima vez que pegar aquele auto e tiver o piá lá, eu vou matar ele”. Este é um novo tipo de caridade, mas não deixa de ser boa ação.
De Nova York, Lula já avisou que a crise em Wall Street não atravessou o Atlântico. Mas a verdade é que nossa solidariedade está rompendo fronteiras, inspirando até o mais frio dos corações.
Bush vai liberar trilhões para salvar as instituições financeiras e ajudar até países envolvidos na crise.
Já o empresário e produtor teatral britânico Andrew Lloyd Webber – de “Cats”, “Evita” e “O Fantasma da Ópera” – está oferecendo ingressos gratuitos para alguns de seus espetáculos a desempregados do setor financeiro da Grã-Bretanha.
Para ter direito aos ingressos, basta apresentar a carteira de trabalho com baixas depois de 1º de setembro.
Mas sabemos onde estão localizadas as boas intenções – principalmente no Brasil. Dá-se com uma mão e tira-se com a outra.
Segundo um relatório da Transparência Internacional divulgado hoje, o Brasil recebeu nota de 3,5 em ranking da corrupção. Aparece em 80º lugar, empatado com Burkina Faso, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia.
Nobres companheiros.

tatinha13    16:18 — Arquivado em: Sem categoria


22.9.08

TORCENDO O PEPINO

 Ouvir gente falando abobrinha não é novidade. Concluir que precisamos de alguém sério para resolver os pepinos do país também é lugar-comum. Mas que tal uma orquestra de vegetais? Talvez ela seja capaz de desviar nossa atenção desta salada em que vivemos.
Pois é. Ela existe e é coisa séria. Formada por 11 músicos profissionais, a “Orquestra dos Vegetais” surgiu em Viena há dez anos e tem um repertório bem variado apesar dos instrumentos nada convencionais. Legumes e verduras frescas viram jazz, música eletrônica, experimental e até house.
Assisti a um vídeo dos compositores-artesãos-cozinheiros e pensei que realmente já tivesse visto de tudo. Eles criaram violinos de alho-poró, castanholas de berinjela, trumpetes de pimenta, flautas doce de cenoura, bongôs de aipo, baterias de abóbora e até um tal de “cucumberphone”.
Além da temperatura do palco influenciar na apresentação, cada instrumento requer cuidados diferenciados. Do contrário, o prato principal desanda.
Para o violino, o alho-poró tem de estar fresco. A cenoura que serve de baqueta precisa ser a maior possível. Já a cenoura que faz as vezes de flauta doce tem de ser média e estruturalmente sólida.
O primeiro instrumento foi criado a partir de um tomate, em 1997. A partir daí o grupo não parou mais e hoje se apresenta pelo mundo.
Após os shows, alguns vegetais vão para o lixo, outros são doados para o público e o restante vira uma sopa, que é servida para a platéia.

Vejam o vídeo AQUI

tatinha13    17:02 — Arquivado em: Sem categoria


21.9.08

PRESENTES DE GREGO

 Localizei mais um site com “invenções Tabajara” made in USA. Trata-se do “Perpetual Kid”, um site de compras cujo slogan é mais ou menos algo como “Divirta a criança que existe dentro de você”.
O Natal bate à porta e esta pode ser uma ótima opção para escolher itens criativos e engraçados – não necessariamente úteis. Já se os presenteados preferem lembrancinhas mais práticas, o “Perpetual Kid” é simplesmente um parque de diversões para quem é chegado numa bugiganga. E o melhor: os preços são acessíveis.
Há produtos tão exóticos que uma hora é pouco para selecionar os mais legais. Por ordem de preço, eles são:

US$ 3,99: Tatuagem com listas de coisas que você tem pra fazer – “Um tributo irônico para qualquer um que já escreveu lembretes na mão ou no pulso”. O kit é composto por 12 formulários e uma caneta com tinta em gel lavável. Você pode aplicá-los na parte mais conveniente ou criativa do corpo. Com a tatoo não é mais necessário inventar uma desculpa esfarrapada quando o aniversário da mãe for esquecido.

US$ 10,99: Cinzeiro em forma de pulmão. No momento em que o fumante repousa o cigarro sobre ele, ele começa a tossir e a gritar.

US$ 12,99: “Bush’s Last Day Countdown”, uma espécie de relógio-chaveiro que faz a contagem regressiva para a saída de Bush da presidência.

US$ 13,50: Toalha com estampa de corpo morto. Com ela, ninguém vai se atrever a roubar seu lugar na praia.

US$ 14,95: Quebra-nozes da Hillary. Não importa se você é republicano ou democrata. Este será seu novo acessório de cozinha favorito. A “coxa dentada” de aço inoxidável vai triturar toda noz que aparecer no caminho dela em direção à Casa Branca. Não é recomendado para pessoas sem senso de humor, Bill ou crianças menores de 12 anos.

US$ 15: Xícara de dois quilates. A caneca vem embalada numa elegante caixa. Quando a pessoa abre, dá de cara com um anel lindo. Ele, no entanto, é só a alça da xícara.

US$ 19,99: Colônia com aroma de tinta. “Esperar a tinta secar pode ser chato, mas sentir o cheirinho é outra coisa”. “Simples e sutil”, ele faz parte de uma coleção com outros cheiros exóticos, como “uísque e tabaco”, “serragem”, “bolo de aniversário”, “cola”, “sushi” e até “maconha”.

O meu eu já escolhi: o quebra-nozes da Hillary.

Vejam fotos das invenções AQUI

tatinha13    9:46 — Arquivado em: Sem categoria
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